Egoísmo necessário
É estranho como vai se dando a configuração da história de nossa vida. Não sou de escrever sobre coisas pessoais, até porque acho que não é de interesse de ninguém, mas devido a fase pela qual estou passando achei interessante abordar um pouco assuntos relacionados a mim. Assuntos para escrever não faltam, tivemos o apagão histórico, o erro grotesco do Simon no domingo, as palavras nada gentis de Belluzzo e o posterior empate enfadonho do Palmeiras diante do lanterna Sport. Todos esses temas renderiam belos textos, polêmica é o que não falta. Porém, na situação delicada em que me encontro estou sendo quase que forçado a acompanhar todos esses casos de longe, sei somente o básico, meu conhecimento não vai muito além do que qualquer um sabe. O que é uma afronta ao princípio básico de alguém que pretenda ser um dia jornalista: estar sempre bem informado. Desde que entrei no curso de Jornalismo minha visão e objetivos profissionais mudaram totalmente. Queria única e exclusivamente trabalhar com esportes, hoje não há mais prioridade quanto à editoria que quero fazer parte. Adoro economia, amo esportes e aprecio a cultura, mas comecei a pensar "Se quero ao menos tentar mudar algo nesse país tenho de trabalhar com política". Não quero ser um denuncista preguiçoso que somente aponta os erros, quero mostrar que o caminho para a mudança é mais simples do que se pensa, só que a tal da cobiça atrapalha, e como. Até um tempo atrás estava lendo feito um louco e um processo de desmistificação do mundo passou a se desenvolver em minha mente. Teve início uma sensação de enojamento com os atos humanos, quase como um misanpotrismo, e passei a compreender o porquê de existriem e terem existido tantos revolucionários do decorrer da História. A minha escolha pelo Jornalismo foi o fato de poder trabalhar e se divertir ao mesmo tempo. Porém, nos últimos tempos comecei a me questionar se não seria egocentrismo de minha parte me preocupar apenas com o meu bem estar sendo que vivemos numa barbárie constante. Pela ironia do destino minha saúde ficou debilitada depois que todo esse turbilhão de pensamentos passaram a me atordoar. A podridão do mundo me corroeu e estou entendendo porque é melhor ser um alienado do que um ser racional. Antes de querer mudar o mundo eu vou ter de dar uma pausa e tentar cuidar ao menos de mim mesmo. O desejo de agir é inválido se você é desprovido de poder. Não me refiro apenas ao poder monetário ou político, há o poder da mente, o poder do corpo. No entanto, não excluo, de forma alguma, o poder financeiro. Os altruistas que me perdoem, mas enquanto eu não conseguir estar realizado e bem, em todos os sentidos, vou ter de parar de me importar com o mundo e pôr o meu espírito revolucionário para descansar por algum tempo.
Escrito por Érico Oyama às 12h00
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Cenário sendo configurado
Finalmente houve uma primeira declaração explicita de que Dilma Rousseff é sim candidata petista ao cargo de Presidente da República nas eleições 2010. Em entrevista divulgada no dia 22/10/2009 no jornal Folha de S. Paulo o presidente Lula se defende das acusações de pré-campanha e diz que é um direito do governo “colher o que se plantou”. Aos poucos o quadro eleitoral vai ficando mais claro, o provável candidato tucano, José Serra, lidera as pesquisas quantitativas, mas ainda adere ao discurso “vamos ver”. Ele é quem tem o maior número nas pesquisas, no entanto, tem como concorrente interno o governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Mais jovem, com ótima retórica e uma já considerável carreira política o neto de Tancredo Neves corre por fora e pode desbancar o ex-ministro da Saúde. Marina Silva deixou o PT por divergências ideológicas e possuí a simpatia de muitos, porém sua candidatura é muito mais visando o futuro, seria como a formação de uma base para uma vitória posterior. Ciro Gomes ainda é uma incógnita, mudou seu título de eleitor do Ceará para São Paulo e tudo indicava que concorreria ao cargo de governador paulista. Contudo, o que se tem visto nas últimas semanas são articulações de alguém que tem pretensões maiores. Caso concorra com presidente seria um empecilho as pretensões do PT, que teriam perdas de voto e ainda sofreriam enfraquecimento na coligação partidária.
Escrito por Érico Oyama às 20h32
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O cara
A imagem que temos de um jogador de futebol é daquele sujeito alienado, não atento aos problemas que acercam o mundo. É claro que me refiro apenas àqueles que jogam no Brasil, até porque dentre os europeus essa realidade tem um diferente caráter. Existem vários estilos de boleiros: os malas, os baladeiros, os religiosos, os galãs, os simplórios e os excêntricos. A maioria se encaixa em mais de uma denominação, os malas geralmente são baladeiros, por exemplo. A moda é colocar ex jogador de futebol para ser comentarista, algo que é positivo para a mídia, os diplomados em jornalismo podem me xingar, mas nós jornalistas (ou futuros jornalistas), nunca saberemos como é, de fato, uma concentração, um treino, o vestiário e muitas outras sutilezas que envolvem o mundo da bola. Jogador diplomado, ou que busca um diploma acadêmico, é coisa rara. Dentre os times grandes temos o zagueiro corintiano William, que é formado em Ciências Econômicas, Richarlyson, que cursa Educação Física e o goleiro santista Felipe, que também estuda Educação Física. Toda essa introdução serviu para poder me referir a um sujeito que vai contra todos os estereótipos e conseguiu, e consegue, ser bom em várias atividades. Sócrátes Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, ou simplesmente Dr. Sócrates, foi ídolo da nação corintiana, fez parte de uma das melhores seleções de todos os tempos (a de 1982), se formou em Medicina enquanto jogava pelo Botafogo de Ribeirão Preto e hoje é comentarista do canal Cultura. Ufa! No entanto, o craque não conseguiu realizar o seu maior sonho: ver o Brasil mudar. Esquerdista assumido, o primogênito de Raí não se encaixa em nenhum perfil de um jogador de futebol comum. Alias, comum é um adjetivo que não se encaixa ao Magrão. Por influência do pai, que era extremamente estudioso, Dr. Sócrates tem cultura geral amplíssima e, além disso, teve atuação política destacada durante sua carreira como jogador: foi um dos chefões da famosa Democracia Corintiana, jogava com uma faixa na cabeça transmitindo mensagens de paz e é defensor de idéias marxistas. Presto essa homenagem ao brilhante ex camisa oito porque ele foi o convidado dessa noite do programa “Fim de Expediente” da CBN. Ao lado de José Godoy, Luiz Gustavo Medina e do divertidíssimo Dan Stulbach o calcanhar de ouro contou histórias hilárias e mostrou que apesar de ter todos os motivos do mundo para “se achar” é um cara dos mais simples. Teria que ter no mínimo dez mil caracteres para poder contar tudo o que foi contado (caso queira ouvir o programa fica disponível no WWW.cbn.com.br). Porém, no fim do programa duas de suas respostas me chamaram a atenção: entre cigarro e charuto ele escolheu cigarro e entre a Revolução Francesa e a Revolução Cubana ele ficou com a Cubana. Isso é Dr. Sócrates.
Escrito por Érico Oyama às 20h35
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Palmeiras no rumo certo
Fez muito bem o Palmeiras em comprar 100% do passe de Pierre, o guerreiro do circulo central. Não só por causa de suas belíssimas atuações com disarmes eficientes e limpos, mas também porque durantes esses dois anos e meio de clube se tornou um dos xodós da torcida e é um homem integro. Outra atitude inteligente do Verdão foi o anúncio de que não irá vender nenhum jogador do elenco, a não ser, é claro, que nenhum algum integrante da equipe queira deixar o Parque Antarctica, aí não tem santo que segure. O problema é que ainda faltam 26 dias para o mercado europeu se fechar e até lá muita especulação vai rolar. Caso a palavara de Belluzzo e compania consiga se concretizar há grandes chances de Muricy conquistar o penta consecutivo. Sim, porque considero o rabugento mais querido do país como campeão do Campeonato Brasileiro de 2005. O próprio Alberto Dualib admitiu isso em conversas por telefone divulgadas pela imprensa tesmpo depois da "conquista corintiana". Daqui a alguns anos poucos se lembrarão da lambança que foi a máfia do apito, muito menos saberão deizer quem foi Edilson Pereira de Carvalho. Só os mais antenados no futebol guardarão a sete chaves na memória o0 caos que foi 2005. Voltando ao Palmeiras, trata-se de um exemplo claro de como dois ou três meses fazem muita diferença no sertame. Hoje, quase ninguém faz menção à desclassificação fatídica da Libertadores e das saídas conturbadas de Keirrison e Luxembrugo. Mas lembrar para que? Keirrison foi embora? Agora eles têm Obina (parece cômico mas é real). Luxemburgo se foi? Agora eles têm nada mais nada mesnos que Muricy Ramalho, simplismente o técnico mais desejado no futebol nacional. Esse ano parece que a massa alviverde vai sair da fila de 15 anos sem conquistar um título do Campeonato Brasileiro, e o melhor, da série A.
Escrito por Érico Oyama às 17h08
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Complexidade humana
Vivemos uma grande farça todos os dias, escondemos a maioria de nossos sentimentos em troca da aceitação social. Mas aí é que surge a questão: o que é ser socialmente aceitável? Pensamos sobre tudo e sobre todos, porém, a maioria de nossas opinões ficam guardadas na mente, faz com que haja uma corroção interna, daí surge a explicação para o fato de ser tão bom ter com quem desabafar. Suplicamos para que as pessoas sejem mais verdadeiras. Condenamos a falsidade, que é considerada um dos piores defeitos existentes no homem. Será? Na verdade somos todos falsos, vivemos uma mentira diária. Escondemos o que realmente pensamos sobre os outros. E quando existe alguém que é totalmente verdadeiro o que acontece? É considerado arrogante. Mas então qual o melhor caminho a ser seguido? Os budistas dizem que o segredo da vida é o equilibrio, porém, em algumas situações isso soa como hipocrisia disfarçada. Gritamos ao mundo que valorizamos a verdade, só nos esquecemos de avisar que apenas as verdades boas devem ser ouvidas, ou seja, as verdades "más" devem ser omitidas. Considero verdades boas os elogios proferidos a alguém: "Você está linda hoje", "Que belo texto esscreveu no jornal", "Jogou muito bem". E más: "Que roupinha mais brega essa sua", "E ai já se recuperou do chifre que tomou?", "Você não competência intelectual suficiente para passar nesse teste". Resumindo, as verdades boas são os elogios e as verdades "más" são as críticas. Não existe crítica positiva, toda vez que uma crítica é emitida é com intuito destrutivo. O que os livros de auto-ajuda ensinam sobre conquistar pessoas é nada mais do que sempre dizer o que as pessoas querem ouvir. Afinal de contas uma massagem no ego estimula inumeros sensações. É simples, basta saber como se expressar e não ser precipitado, afinal, somos capazes de perceber quando um elogio é muito falso. Por isso não me surpreende o tanto que os atores vivem mudando de namorados e quase nunca permanecem solteiros. Ora, tratam-se de mentirosos profissionais.
Escrito por Érico Oyama às 15h23
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Fim dos tempos de bonança
Corintiano sempre foi o torcedor mais chato, até porque, tem que se admitir, são os mais fanáticos. Quem é que não se lembra deles gritando “Eu nunca vou te abandonar. Porque eu te amo!!!” logo após a derrota para o Grêmio na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2007, que confirmou o rebaixamento. A segunda divisão, ironicamente, fortaleceu ainda mais a relação de amor torcida-time. Mas com o Corinthians é assim mesmo, tanto é que o período de maior crescimento no número de corintianos foi no período de fila do time, entre 1955 e 1978. Segundo eles “Quanto mais sofrido melhor”. Nos últimos anos o quadro de “insuportabilidade” passou a se encaixar mais aos são-paulinos. Era simplesmente insuportável, não dava para discutir futebol com nenhum são-paulino, qualquer coisinha que se falava e eles já vinha esbanjando “Só sei que eu sou tricampeão mundial, tricampeão da Libertadores e o Brasileirão já virou rotina”, restava aos torcedores de outros times se calar e se corroer de raiva por dentro. Tudo bem. Não falou nenhuma mentira e ainda se saiu por cima. Flávio Prado, jornalista esportivo da rádio Jovem Pan-AM e da Gazeta, sempre disse que no caso do São Paulo é o time que tem que empurrar a torcida e não a torcida empurrar o time. “Se o São Paulo está ganhando e jogando bem é uma festa danada, mas se o São Paulo joga mal e o placar não é favorável a torcida é completamente inútil”, diz. De fato, ano passado fui ver São Paulo x Fluminense, uma vitória simples daria o título para os paulistas, e dentro de casa, o que é melhor ainda. O Morumbi estava com lotação total, o cenário estava totalmente apto para a festa, contudo, havia um Flu com risco de rebaixamento pela frente e Tartá abriu o placar a favor dos cariocas, silêncio total no estádio. E a torcida? Permaneceu calada, exceto as organizadas, e o que se ouvia eram xingamentos de todos os quilates. Depois do empate de Borges o cenário mudou e gritos de incentivo voltaram e ecoar. Torcer nas horas boas é fácil, encher a boca para tirar sarro da cara dos outros é fácil, xingar jogador é fácil. Porém, qual o verdadeiro papel do torcedor? A meu ver é estar do lado time para o que der e vier. Torcedor de verdade veste a camisa do time no dia seguinte de uma derrota. Esse ano o inferno astral do tricolor paulista parece não ter fim: caiu nas semifinais do Paulistão ante o maior rival, o Corinthians; foi eliminado da Libertadores por um time nacional pela quarta vez consecutiva; terminou o casamento de três anos e meio com Muricy Ramalho; vai mau das pernas no Campeonato Brasileiro; e o Cícero Pompeu de Toledo, motivo de orgulho para o clube, vem acumulando prejuízos, ainda mais depois que Palmeiras, Santos e Corinthinas passaram a deixar de mandar jogos no Morumbi. Nesses anos de bonança o São Paulo tornou mais estreito o seu relacionamento com os outros três grandes do Estado e com a Federação Paulista, até entendo que em certos casos teve (e tem) razões para tal. Contudo, a boa fase parece ter tido seu fim e os resquícios pelo salto alto são sentidos agora. Quero ver quem é são-paulino, qual a verdadeira cara do torcedor tricolor. Ou teremos Morumbi as moscas no restante do Campeonato Brasileiro? Paradoxalmente o estádio, que motivo de orgulho, também é prejudicial ao time. Explico: Santos e Palmeiras podem até ter médias de público inferiores ao do São Paulo, mas, devido à estrutura do estádio, a torcida exerce maior pressão e conseguem incentivar mais o time. Espero que Juvenal Juvêncio e companhia nunca tenham e dissabor de serem rebaixados, porque aí sim o Morumbi ficará as moscas. E os tão orgulhosos tricampeões de tudo só saberão xingar e apontar culpados para os fracassos.
Escrito por Érico Oyama às 23h46
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Muricy e sua saída
Num país em que a impaciência é a principal virtude dos cartolas podemos considerar longíqua a passagem de três anos e meio de Muricy Ramalho pelo São Paulo. Na Inglaterra Alex Ferguson está no comando do Masnchester United há 22 anos e Arsene Wenger, do Arsenal, esrá no clube há 13 anos. O que mais me estranhou não foi a demissão em si, mas sim, a época do ano em ela ocorreu. Quem tem a memória um pouco conservada se lembra muito bem que nos últimos três anos o tricolor paulista sempre teve o início de ano conturbado, faz um Campeonato Paulista morno, perde a Libertadores de modo desastroso (sempre para algum time brasileiro) e depois renasce das cinzas, sempre sendo coroado com a conquista do Campeonato Brasileiro ao final do ano. As desculpas dadas são as de que o relacionamento com os jogadores estava desgastado, muitos deles vinham reclamando a permanência no banco e que o técnico estava desmotivado. Agora vamos à analise fria dos fatos: quem reclamou do banco? Borges (justa reclamação), Washington (é titular, mas não vem rendendo bem, portanto Muricy tinha toda razão em substituí-lo durante os jogos) e André Lima... O que? André Lima? Hauhauhuahuahuahuah!!! Não é a toa que José Simão fala que a profissão mais fácil no Brasil é a de humorista, afinal de contas a piada já vem pronta. Preciso falar alguma coisa? Só posso dizer uma coisa "André Lima, você é um tremendo de um BRINCALHÃO!!!". Admiro Muricy Ramalho, não por suas qualidades como técnico, mas principalmente, como pessoa. É um cara ético, integro, de palavra, qualidades cada vez mais rara não só no futebol, mas no mundo. Tem como lema nunca quebrar contrato e nem coloca multa por recisão por parte do clube, ao contrário de certos treinadores que fazem questão de colocarem valores astronômicos e depois fazem de tudo para ser demitido. Mercado para o mau humorado mais querido do Brasil não falta, no entanto, ele já declarou que quer descansar por um tempo, nada mais justo. Só dou um conselho: se quer realmente descando é bom contratar uma secretária, pois convites para voltar a labuta não faltarão e a cada demissão de algum técnico de time garnde seu nome, com certeza, será a primeira opção da lista. Me espantou a rapidez com que Ricardo Gomes foi anunciado substituto de Muriçoca. Achei a escolha equivocada, não vejo nada de mais no ex-treinador da Seleção Olímpica.
Escrito por Érico Oyama às 11h20
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Jornalismo não tem segredo
Como estudante de Jornalismo pode parcer uma sandice o que vou afirmar nesse post, mas com as devidas argumentações meu posicionamento será compreendido. Sei que haverão muitas opiniões contrárias as minhas, mas fazer o que? E que bom que opiniões divergentes existem, afinal de contasm foram séculos de luta e muito sangue escorrido para alcançarmos o regime político atual, a democracia. Errou o STF em deixar de exigir o diploma para quem queira exercer o Jornalismo? Não! Estudo o tal do Jornalismo e muito do que aprendemos não é nada que exija altos estudos específicos e horas a finco nos assentos acadêmicos. Então quer dizer que sou um tremendo troxa? Pode ser, interprete da maneira como preferir. Mas pense comigo: não é injusto, e até mesmo irracional, não permitir que alguém formado em Ciências Políticas, Gastronomia, Ciências Econômicas, Turismo... seja impedido de fazer uma matérias sobre o assunto peloi qual é especialista pelo simples fato de não possuir o diploma de Jornalismo? Quem entende mais de economia? Um jornalista ou um mestre no assunto? O problema do jornalista é que ele sabe de tudo mas não sabe de nada. O conselho que um foca mais ouve é "Leia de tudo. Saiba de tudo, um jornalista tem que ter uma cutura geral", mas pense bem, essa não é uma regra que se encaixa apenas a nós. TODOS devem, ou pelo menos deveriam, ter uma cultura geral. Dizer que só jornalista sabe escrever bem também é um argumento fraco, senão medíocre. TODOS devem, ou pelo menos deveriam saber escrever bem, uma das primeiras coisas que aprendemos na escola é a ler e... ESCREVER. "Ah, mais quem não estudou Jornalismo não sabe das estruturas de texto que uma matéria deve ter, não sabe o que é lide nem pirâmide invertida". Esse é o problema? É só chegar no cara ao pé do ouvido e dizer "É o seguinte, as informações principais devem estar no primeiro parágrafo e nos parágrafos posteriores você vai pondo informações de menor relevância", pronto! Por que faço Jornalismo? Porque meu sonho sempre foi ser jornalista e não especialista em determinada área. Eu quero ser aquele que sabe de tudo mas não sabe de nada. Quero investigar. Quero passar noites sem dormir. Quero tomar chuva. Quero trabalhar no feriado enquanto todo mundo está se divertindo. Quero comer McDonald´s no fim da noite porque não tem mais nada para comer. Quero ser pago para me manter bem informado. Quero a adrenalina das redações e dos estúdios. Só para finalizar uma informação: um tal de Joelmir Beting e um tal de Juca Kfouri nem formados em Jornalismo são, pois cursaram Ciências Socias na USP. E até que eles são bons jornalistas.
Escrito por Érico Oyama às 09h11
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Inter tranquilo
Com uma bela cagada do destino o Santos conseguiu emplacar uma goleada sobre o abatido tricolor das Laranjeiras. Caso Kebler Pereira tivesse saído no lugar de Molina, que ficou cansado, a vitória seria bem mais suada. Apesar do Fluminense ter ficado com um jogador a menos na metade do segundo tempo, ainda assim conseguia impor forte pressão sobre o time de Vagner Mancini. A ressaca pela eliminação da Copa do Brasil, contra o Corinthians, parece ainda não ter esgotado seus efeitos sobre a boa equipe do Fluminense. O duro mesmo é ver um elenco tão bom, como possuí o Flu, nas mãos de um treinador que prioriza o toque de bola a marcação de gols. “O gol é apenas um detalhe”, segundo Parreira. Quando o treinador chegou nas Laranjeiras disse “É bom voltar ao dia a dia de um clube, estava com saudades da adrenalina”, acho que agora ele já enjoou de tanta adrenalina, corre o risco até de ter uma overdose. A semana de Carlos Alberto Parreira não será fácil, terá que lidar com críticas de torcedores e dar mil e tentar dar mil e uma explicações para o mau desempenho da equipe nos últimos jogos. Até o mês de agosto, quando todas as atenções são focadas no Brasileirão, o campeonato fica morno, em segundo plano. Quando o mês oito chegar começa a fase de reabilitação para os eliminados nos torneios mata-mata, Copa do Brasil e Libertadores, é a chance de salvar o ano. Já quando chega outubro, com a competição no seu auge, começa a fase das declarações “E se...” referindo-se a pontos desperdiçados no início do sertame. Bom mesmo é participar de dois campeonatos ao mesmo tempo e ir bem, aliás, super bem, em ambas. É o caso do Internacional de Porto Alegre, com um elenco de dar inveja a qualquer time brasileiro, os gaúchos que vestem rubro não tem do que reclamar, estão bem encaminhados nas duas principais competições do país. Segura o Inter que eu queri ver. O clássico Choque-Rei não teve nada de mais, daqui uma semana nem os torcedores do Sâo Paulo e Palmeiras se lembrarão desse jogo. Pelo placar já se pode ter um ideia do nível do jogo, afinal, jogo sem gols é jogo chato, é jogo frustrante, é jogo para se esquecer. Os destaques foram o pênalti claro cometido por Mirando sobre Diego Souza e as duas expulsões, uma para cada lado.
Escrito por Érico Oyama às 21h13
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Santos Classificado
Enganou-se quem achou que o Santos viria com uma postura defensiva e iria esperar o Palmeiras atacar para sair no contra-araque. Os comandados de Vagner Mancini pressionaram a saída de bola palmeirense desde o início e não deram espaço para a criação de jogada do adversário. Madson foi o destaque da partida com uma atuação que teve raça, velociadade, coração, vontade e esforço contínuo. Não parou um minuto sequer e esteve presente em todas as partes do campo. Foi o autor do primeiro gol após belíssimo passe de Neymar. No segundo tempo a nova dupla de revelações santistas entrou em ação. Paulo Henrique, o meia que joga com inteligência, lançou Neymar, o atacante de canelas finas, que entrou com a bola dominada dentro da área e sofreu penalti, que foi convertido por Kleber Pereira. Mas peraí, meia inteligente com atacante de canelas finas, parece que eu já vi esse filme antes. Fábio Costa tomou um frangasso no chute despretensioso de Pierre, 2 a 1 no placar. Venceu o melhor, que teve mais vontade, que lutou mais, que foi mais objetivo, que foi mais ofensivo. Mas, infelizmente, o fato que tomará conta dos jornais de amanhã e dos papos de esquina não será a brilhante atuação do Peixe. Mas sim o show protagonizado por Diego Souza após ter sido expulso por causa de uma discussão com o zagueirão Domingos. Não é novidade para ninguém que jogadores de futebol vivem trocando "elogios" dentro de campo. Cabe ao meia do Palmeiras ter mais calma e malanfragem para saber contornar certas situações. Diego Souza perdeu toda a razão quando quiz partir para a agressão física. Fiquei assustado com sua atitude após sua expulsão, ficou totalmente fora de si e queria porque queria partir para cima de Domingos. Quem pagou ingresso para ver futebol acabou sendo brindado com um belo impom de Diego Souza em Domingos. Depois ainda querem cobrar paz nos estádios e atitude amistosa por parte das torcidas. Não estou, nem quero, defender a violência por parte da torcida, mas acho que o exemplo deve começar pelos protagonistas do espetáculo: os jorgadores. Quem fez a melhor campanha na primeira fase foi derrubado por quem se classificou no último minuto para as semifinais. Fato no mínimo curioso e que justifica a paixão que causa esse tal de futebol.
Escrito por Érico Oyama às 23h51
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Força Rogério
No último texto abordei a má fase pela qual Rogério Ceni vinha passando. A contusão veio confirmar que a fase, que já era ruim, passou a se tornar um verdadeiro pesadelo com a contusão no tornozelo. Com 36 anos de idade e já ter conquistado tudo que um jogador profissional poderia almejar, cheguei a temer que ele decidisse parar de jogar. Fiquei tranquilizado com o depoimento de Marco Aurélio Cunha afirmando que "não" esse não é o fim da carreira do ídolo tricolor, diria mais, ídolo do futebol. Sou santista mas tenho Rogério como um dos meus maiores ídolod, tanto por sua atuação dentreo de campo quanto ao seu caráter como pessoa. Ainda veremos Ceni oir muito tempo dentro das quatro linhas. Que bom! Boa sorte na recuperação Rogério, você merece tudo de bom.
Escrito por Érico Oyama às 10h44
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Fases e fases
A pouco mais de uma hora se encerrou o jogo válido pelas semifinais do Campeonato Paulista, o Corinthians se sagrou vencedor sobre o Sâo Paulo, 2 a 1, com um belíssimo gol de Cristian nos minutos finais da partida. Ontem o Santos venceu o Palmeiras, por 2 a 1 também, e agora precisa apenas de um empate, sábado no Palestra Itália, para ir à final. Poderia comentar os jogos, que por sinal foram belíssimos, mas prefiro abordar o caso de dois jogadores em especial: Diego Souza e Rogério Ceni. O meia do Palmeiras passa por uma fase excepcional, arrasou no jogo de quarta-feira na Ilha do Retiro e ontem deu um passe espetacular para Cleiton Xavier servir Keirrison no gol do alviverde. Contestado na temporada passado por causa de seu baixo rendimento, acabou não fazendo jus ao status de maior contratação de 2008 (R$10 milhões). Nas últimas partidas conseguiu reencontrar o bom futebol e está de bem com a torcida. Na contramão de Diego Souza vem o ídolo tricolor, o experiente goleiro Rógério Ceni. Titular absoluto, o capitão são-paulino não passa por uma faze muito boa. Falhou nos gols sofridos contra o São Caetano e contra o Defensor do Uruguai e hoje, por duas vezes, quase que entrega o ouro nas mãos dos corinthianos. Na primeira falha ele bateu roupa e a bola bateu na trave e na segunda falha ele fez uma defesa de dois tempos de modo estranho, fazendo com que a bola sobrasse para Elias, que para sorte de Rogério errou o alvo. Crédito com a torcida o goleiro-artileheiro tem de sobra e tais falhas não se devem a falta de treino, poço assegurar com 100% de certeza. Não é novidade para ninguém o fato de que Ceni é o primeiro a entrar e o último a sair de campo nos dias de treinamento no CT da Barra Funda. É apenas uma má fase. É fascinante essa coisa de boa e má fase, não só no futebol, mas na vida em geral. Todos já devem ter se deparado com momentos em parece que tudo conjumina para que as coisas deem certo. Assim como todos também já devem ter passado por uma fase em que parece que tudo conspira para que as coisas deem errado. Ema ambos os casos é preciso ter a cabeça no lugar. Durante a bonança é preciso se preparar para o dia em que as dificuldades começarem a aparecer e no momento de dificuldade é preciso ter paciência e persistência para fazer a uruca ir embora. Daí o motivo daquelas frases prontas: "Nem tudo está tão ruim que não possa piorar" e "Nada, por mais ruim ou bom que seja, dura para sempre". Afirmações piegas mas verdadeiras.  
Escrito por Érico Oyama às 19h52
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Cinema
O Oscar já passou faz tempo, mas eu não poderia de fazer tal observação: ou eu não entendo absolutamete nada de cinema ou a Acadêmia usa de critérios que eu realmente não consigo entender. Explico, assisti ao tão aclamado "Quem quer ser um milionário?" de Dan Boyle e não consegui ver no que este filme supera "O Curioso Caso de Benjamim Button" de David Fincher, o roteiro não prende tanto quanto o conto de Scott Fitzgerald e não há criatividade alguma no fio condutor da estória. A Acadêmia não se preocupa com justiça e elege os vencedores de acordo com as necessidades de Hollywood, que agora decidiu consagrar os filmes de menor orçamento e preterir as super produções. O melhor nem sempre vence.
Escrito por Érico Oyama às 19h19
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Pensamento Político
Maquiavel afirma em O Príncipe que a política resulta da ação social a partir das divisões sociais. Aqueles que possuem ampla propriedade privada e detêm o poder agem na manutenção do regime político vigorante e oprimem o povo de forma implícita. Enquanto o povo opera no sentido contrário, ou seja, luta contra a opressão e quer a mudança no cenário político para uma sociedade mais igualitária, justa e que beneficie os menos favorecidos. O objetivo da política não é a justiça e o bem comum, mas sim a tomada e manutenção do poder. Essa luta de opostos tem como exemplo o PSDB, os chamados tucanos e que representam a burguesia brasileira, atual (classe média), e o PT, que luta pelas classes mais baixas. De 1995 a 2002 os tucanos detinham o cargo de presidente da república, com Fernando Henrique Cardoso, perderam as eleições presidenciais para Lula em 2002, com José Serra, e em 2006, com Geraldo Alckmin. O atual presidente, Lula, não concorrerá à próxima eleição e juntamente com o PT e seus aliados já começou de maneira implícita a campanha eleitoral para eleger Dilma Roussef, presidente do Brasil em 2010 e, assim, manter o poder sob posse de sua sigla. O príncipe (governante) não deve aliar-se aos grandes, pois eles querem tomar o seu poder, e aliar-se ao povo, que é maioria e o auxiliará na manutenção do poder. Por isso deve-se sempre estar à disposição para a necessidade do povo e ser mais poderoso que os grandes. É o que acontece durante as campanhas eleitorais para cargos executivos, quando os políticos exaltam a importância das populações mais carentes e prometem várias ações assistencialistas a fim de atrair votos. A política não tem compromisso algum com as virtudes éticas e morais que regem a vida privada. O príncipe deve agir com a virtu, o que significa atuar da maneira mais conveniente para cada situação e não manter uma linearidade de comportamento, se for preciso mentir, que minta, se for preciso, ser cruel, que seja e assim por diante, mas sempre mantendo o seu poder inflexível. Por exemplo, quem age de maneira ilícita é reprimido pela polícia e o poder judiciário, já aqueles que sofreram algum acidente ou está doente tem direito a tratamento médico gratuito pelo SUS(no Brasil), portanto, cada situação requer uma medida específica. As ideias de Maquiavel deram a abertura para o pensamento político moderno e foi o ponto de partida para outros pensadores. Hobbes aborda o medo que as pessoas tem da morte violenta e de terem suas propriedades tomadas por meio da força. Por isso as pessoas passaram a criar armas e a cercar suas propriedades, mas o problema é que sempre haverá alguém mais poderoso e poderá fazer o que bem entender quando quiser, não há garantia a propriedade privada. Por ser a nação mais rica e poderosa do mundo os EUA, consequentemente, possuem o maior poderio bélico também, tanto para proteger sua população quanto para efetuar suas estratégias econômicas e políticas e que se disfarçam de medidas assistenciais(como é o caso da Guerra do Iraque). Rousseau prega que a propriedade privada faz com que crie-se uma situação de guerra de todos contra todos. Para garantir o direito da propriedade privada é preciso um Estado e fazer com que os cidadãos se tornem súditos da lei, mas garantindo a individualidade civil. Ambos, Hobbes e Rousseau, foram os precursores do que se chama liberalismo, que prega a intervenção do Estado na formulação e cumprimento das leis, priorizando sempre o direito a propriedade privada. A Economia deve caminhar sozinha e se auto-regula com a mão invisível(segundo Adam Smith) do mercado, a frase que simboliza o liberalismo é o ''laissez faire, laissez passer'', que significa ''deixe fazer, deixe passar'', a qual deve ser a postura do Estado. O Estado Liberal não permitia que alguém sem posses (trabalhadores, mulheres e negros) possuíssem poder político. Revoltas e lutas mudaram essa situação e existem vários exemplos na atualidade para comprovar essa mudança: o presidente do Brasil (Lula) é um ex-proletariado e veio do povão, o presidente dos EUA é negro, ano passado os republicanos puseram uma mulher (Sarah Palin) para concorrer ao cargo de vice-presidente dos EUA. Até mesmo no esporte há exemplos: o campeão da última temporada de Formula-1 é negro (Lewis Hamilton), a atual número um do tênis feminino também é negra (Serena Williams) e o futebol, que tinha muitos times que só permitiam jogadores brancos hoje tem ídolos negros. A crise econômica atual é a crise do pensamento liberal causada pela concessão desenfreada de crédito sem comprovação de renda nem garantias, o chamado crédito subprime. O Estado está tendo que intervir de forma drástica para salvar a economia. Por meio de pacotes bilionários os governos tentam reativar os mercados. Ano passado um pacote de 700 bilhões de dólares foi aprovado(sob posse de Bush que é republicano) para ajudara os bancos norte-americanos, houveram restrições para a provação do pacote, que beneficia a burguesia, mas foi aprovado após algumas seções assembléia. Já um pacote de 800 bilhões de dólares (sob posse de Obama que é democrata), proposto para reativar a economia e gerar emprego para aqueles que foram demitidos (o povo), teve uma série de entraves por parte dos republicanos e teve seu valor diminuído para 787 bilhões de dólares, numa demonstração de que assim como Maquiavel dizia o desejo dos grandes é oprimir e comandar. Quando o pacote era para beneficiar aos grandes os republicanos não ofereceram resistência, já para o pacote em benefício do povo a atitude foi oposta.
Escrito por Érico Oyama às 11h16
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O primeiro gol a gente nunca esquece
Pela primeira vez o garoto Neymar, de apenas 17 anos, entrou como titular entre os profissionais. Engana-se quem acha que é muita pressão em cima de um talento em potencial. Ao contrário de Lulinha o menino de canela finas não se intimidou diante dos pouco mais de 16 mil torcedores que compareceram ao Pacaembu. Ainda há muito o que se corrigir e melhorar no atacante, que peca ao prender demais a bola e exagerar no individualismo. Mas o que mais chama a atenção nele é o porte físico, possuí altura de 1,74m e, pasmem, apenas 54 kg. O estilo de jogo dele se caracteriza pelos dribles em velocidade, porém porte físico é uma necessidade nos moldes do futebol atual. Só para tranqüilizar os santistas, o pupilo já faz treinos especiais para fortalecimento da musculatura. São pontos fáceis de serem lapidados e corrigidos. Talento, visão de jogo e bom posicionamento ele já possuí, qualidades cada vez mais raras no mundo da bola. Afinal de contas correr e dar trombadas são tarefas que qualquer cabeça de bagre executa. Foi a terceira vez que o atacante atuou pelos profissionais, qualidade ele já havia demonstrado nos dois jogos anteriores, faltava o mais importante: marcar gol. A torcida pediu e Neymar atendeu, com um peixinho estiloso ele marcou o terceiro do Santos na goleada de três a zero sobre o Mogi Mirim. A comemoração teve mais estilo ainda, com um soco no ar, lembrando um certo camisa 10 que já jogou no time da Vila. Pela primeira vez vi um jogo do meu Santos no Pacaembu, pela primeira vez vi Neymar atuando e pela primeira vez ele marcou um gol, primeiro de muitos, pelo menos é o que esperam Wagner Manciini e companhia. Os investimentos e expectativas em relação a Neymaravilha são muitos, se 10% se concretizar será um ídolo do futebol brasileiro. Caso um dia seja um craque de renome poderei estufar o peito e dizer: “Quando o Neymar marcou o primeiro gol da carreira eu estava presente no estádio. “
Escrito por Érico Oyama às 08h17
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